Caso William Waack

Nesta semana, assisti a dois videos sobre o caso que culminou na demissão do jornalista William Waack que até então era o âncora do Jornal da Globo que é transmitido todas as noites em canal aberto na emissora. O primeiro vídeo é uma entrevista do próprio William Waack ao Estúdio Veja, programa de entrevistas do Site da Revista Veja entrevistado pelo jornalista Augusto Nunes e o outro vídeo do escritor, filósofo e jornalista Luiz Felipe Pondé comentando sobre o caso.

Neste pequeno texto quero trazer à luz algumas observações no qual eu tive sobre as opiniões emitidas pelos dois jornalistas sobre o caso. É de extrema importância que para entender as minhas colocações você também assista os dois vídeos e tire suas próprias conclusões. Não sou o dono da verdade e não estou aqui para demonizar ninguém, pelo contrário, me permiti assistir a estes vídeos para entender e compreender o que levou o jornalista William Waack a emitir tal frase infeliz em seu ambiente de trabalho, mesmo que como ele próprio se defendeu dizendo que fez uma brincadeira infeliz ao citar tal bobagem.

Bom, percebi que ambos os vídeos seus interlocutores tem a árdua intenção de minimizar o tal fato, pulverizando quase que em cinzas a fala deste jornalista que por sinal eu respeito muito, pois é um intelectual da área e domina o que faz, mas entretanto, vejo que o fato não é tão simples assim como o Senhor William Waack tentou transparecer na entrevista dando uma irrelevância ao fato de ter proferido estas palavras e que também o Sr. Luiz Felipe Pondé também expôs em sua fala sobre o assunto. Concordo que entre amigos e colegas de trabalho brincamos falando besteiras, mas jamais! Repito, jamais! Podemos brincar com este tipo de situação, mesmo que entre quatro paredes, a porta fechada, falando sozinho.

Qualquer brincadeira de cunho preconceituoso, seja com negros, gays, mulheres, árabes, judeus, portugueses, etc é de mau gosto. Não defendo também quem é radical a ponto de atacar a honra e promover conflitos por uma frase infeliz que o jornalista disse, mas é de suma importância que toda a sociedade reflita sobre estas questões e toque nestes assuntos com a mesma força que abrange outros assuntos de interesse próprio.

Trouxe este tema a vocês para reflexão sobre os caminhos que nossa sociedade está tomando e sobre as questões relevantes para que nossa sociedade possa crescer em educação, conhecimento, cultura e arte. Peço que assistam os vídeos tirem suas conclusões de forma civilizada e equilibrada sobre o caso.

Desculpem se o texto tem algum erro de concordância mas este é o meu primeiro texto publicado no meu site e escrevi e publiquei.

Mas é isso! Obrigado a você que leu o texto, esse é o primeiro de muitos, portanto,  preciso do feedback de vocês para que eu possa sempre melhorar e abordar outros assuntos de interesse público e artístico também.

Vamo que Vamo! Noiz!

Elias Santos

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